Sete Quedas

História

Sete Quedas é um município brasileiro do estado de Mato Grosso do Sul. Localiza-se a umalatitude 23º58’13” sul e a uma longitude 55º02’08” oeste, estando a uma altitude de 407 metros. Sua população estimada em 2004 era de 8 854 habitantes.

Faz fronteira ao sul com o Paraguai ao norte com o município de Tacuru, ao leste com o município de Japorã e ao oeste com o município de Paranhos. Os principais fonte de renda é o cultivo da Mandioca, soja e a pecuária bovina.

Possui uma área de 827,815 km²

RESUMIDO
Surgiu como conseqüência da implantação do projeto integrado de colonização, criado pela portaria número 1.478, de 04 de outubro de 1973, da Presidência do INCRA no dia 04 de abril de 1.974.
Iniciou o projeto do novo núcleo urbano que passou a distribuir lotes aos interessados. O primeiro contemplado, foi Clestino Martins dos Santos, e as primeiras edificações foram: uma pensão, de João Aroni de Almeida e um bar, de Levi Borges de Lima.
Foi elevada a distrito pela Lei nº 3.765, de 30 de junho de 1976 e o município criado pela Lei nº 73, de 12 de maio de 1980. Comemora-se no dia 13 de maio sua emancipação política.

CRIAÇÃO DO “PROJETO INTEGRADO DE COLONIZAÇÃO DE SETE QUEDAS”PIC SETE QUEDAS

          Criado pela portaria n.º 1.478/73 de 04 de Outubro de 1973, do Exmº Senhor Presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA, com a finalidade de promover a ocupação estratégica da fronteira, pelo assentamento de ate 1.000 famílias oriundas da PIC – OCOI, e a regulamentação dos ocupantes existentes na área de aproximadamente, 90.000 ha, desapropriada pelo decreto n.º 70.356, de 03.04.72, que foi transcrita em nome do Instituto nacional de Colonização e Reforma Agrária INCRA, no Cartório de Registro de Imóveis da Compra de Amambaí – MS sob o n.º 6.346, à folha 143, do livro n.º 03/d, em 15 de dezembro de 1972, possuindo as seguintes confrontações e limites: Ao Norte – Noroeste: partindo da foz do Córrego Alemão Cuê com o Rio Iguatemi, e por este, pela sua margem direita até a confluência com o Córrego Iguaperí e desta confluência pela margem direita daquele córrego ate sua nascente principal, com direção Sul desta, por uma linha reta de rumo Norte – Sul, até encontrar o divisor da Serra de Maracajú, fronteira com a República do Paraguai; ao Sul – Sudeste: partindo do ponto de intersecção da reta de Norte – Sul com o divisor da Serra de Maracajú em linha poligonal (caracterizada pela comissão mista de limites de caracterização de Fronteira Brasil/Paraguai), ate encontrar a linha reta Norte – Sul, que parte daquela Serra, até encontrar a nascente do Córrego Alemão Cuê; a Leste – Nordeste: do ponto de intersecção do divisor da Serra da Maracaju com linha reta de direção norte sul, ate o encontro da nascente do Córrego Alemão Cuê, e daí, por sua margem esquerda ate sua foz com Rio Iguatemi, ponto de partida da presente poligonal. O primeiro ocupante urbano foi o Sr. Celestino Martins dos Santos, Antônio Garcia dos Santos, Giovani Batista Michelli, Natanael Dias dos Santos, Olívio Lourenço, Emiliano Inácio da Silva e outros.

Administrações:

A administração do projeto foi exercida por executores auxiliados por assistentes e por dois grupos de trabalho, um encarregado das atividades administrativas e outro da parte técnica. Esses executores estiveram em atividades no Projeto, até meados 1981. Ainda em 1976, o projeto Sete Quedas, foi elevado à categoria de Distrito, pelo Governador do Estado, Dr. José Garcia Neto, pela Lei nº 3.765/76. Tendo a denominação de Distrito de Sete Quedas, que passou a ser Administrado pelo Município de Amambaí, que tinha como seu auxiliar administrativo o Sr. Jorge Rueda Grijo. Em 13 de Maio de 1980, foi emancipado político–administrativamente, do Município de Amambaí, pela Lei nº 073, pelo governador Dr. Marcelo Miranda Soares.

Em 21 de junho de 1981, foi nomeado para o cargo de administrador de Sete Quedas, o Sr. Donevil Alves dos Santos, que permaneceu no cargo até o dia 31 de janeiro de 1983, sendo auxiliado pelo Sr. Antônio Marques Silva Sobrinho, 1º secretario geral do município recém criado, assumindo nesta data, o primeiro Prefeito eleito pelo voto popular, Sr. Dr. Otávio Gimenes Álvares Torres MDB juntamente com seu Vice Prefeito Sr.Amilton Fontana MDB, e (7) sete vereadores Idelmo Pereira de Abreu, João Correia de Oliveira (Joãozinho do Bar), Geraldo Matias de Araújo (Maranhão),Izaury Alves de Castro, Nelson Garcia Rodrigues (Professor Nelson), Antonio Barolo Fernandes (Nenê), Francisco Teixeira de Almeida, Ivo Raulino Lamegoque permaneceram no cargo até 1988.

Com o advento da Constituição Federal de 05 de outubro de 1988 outorgada independência Política, administrativa e financeira a todos os municípios brasileiros; por este fato, a Câmara de vereadores eleita em 15 de novembro de 1988, foi investida com os poderes constituintes, para elaborar e promulgar a primeira Lei Orgânica do Município de Sete Quedas / MS fato que ocorreu em 05 de abril de 1990.

         Em 15 de Novembro de 1988, foi eleito pelo voto popular, prefeito municipal, o Sr.Sergio Roberto Mendes PDT juntamente com seu Vice Prefeito Sr. Olavo Mariano Mendes PMDB,  e (11) onze vereadores Daniel de Souza, Edílson Viera de Silva,Adilton Massao Hara, Jacob Francisco Martinez, Clóvis da Silva Lemes, que tomou posse em 01 de Janeiro de 1989, administrando o município até 31de dezembro de 1992.

         Em 03 de outubro de 1992, foi eleito o Sr. Olavo Mariano Mendes PMDB juntamente com seu Vice Prefeito Sr. Valmor da Silva PSC que tomou posse, em 01 de janeiro de 1993 e geriu o município ate 31 de dezembro de 1996.

         Em 03 de outubro de 1996, foi eleito o Dr. Roberto Alcântara PSDB juntamente com o seu Vice – Prefeito Sr. Paulo Ferreira de Souza (Paulo Tuneiras) PFL, e os onze (11) vereadores os quais foram empossados em 01 de janeiro de 1997, para um mandato de 04 anos de 1997 a 2000.

         Em 03 de outubro de 2000, foi reeleito o Dr. Roberto Alcântara PSDB juntamente com o seu Vice – Prefeito Sr. Paulo Ferreira de Souza (Paulo Tuneiras) PFL que com a renuncia do Dr. Roberto Alcântara assumiu a Prefeitura em ?? até 31 de dezembro de 2004, e os onze vereadores Valdomiro Luiz da Carvalho PTB, Amadeu Hugo AlessiPSDB, José Luiz Biss PSDB, José Ferreira de Souza (Coro) PFL, José Gomes Goulart (Case) PMDB, Antonio Barolo Fernandes (Nenê) PL que foi substituído pelo Sr. Zélio Antonio Giusti PSC em ??? que foi substituído pelo Sr. Edílson Vieira da Silva PSC em ???, Juscelino Quintino dos Santos (Jucelino Paneleiro) PDT, José (Dé) PTB, (Primo) PT que foi substituído pelo Sr. Diomedes Valentim Cerri PT em ???, Rubens Moral Sanches (Rubão) PDT, José Carlos da Silva (Carlão da Metaza) PMDB que integraram a Câmara Municipal, os quais foram empossados em 01 de janeiro de 2001, para um mandato de 04 anos de 2002 a 2004.

         Em 03 de outubro de 2004, foi eleito a Prefeito o Sr. Sérgio Roberto Mendes PDT juntamente com a Vice Prefeita Monalisa Cruz Bomfim Alessi PTB e os  (09) nove vereadores Lutero Guinaldo Castanharo (Nono) PPS, José Gomes Goulart (Case) PMDB, Dr. Amadeu Hugo Alessi PSDB, Onesio do Carmo Mendes PSC, Edílson Viera da Silva PSC, Francisco José Palangani PP, Valdomiro Luiz de CarvalhoPTB, José Ferreira de Souza (Coro) PFL, Iara Vendramini PFL, que foram empossados em 01 de janeiro de 2005 e integraram a Câmara Municipal para um mandato de 4 (quatro) anos de 2005 a 2008.

LEI DA CRIAÇÃO DOS SIMBOLOS MUNICIPAIS DE SETE QUEDAS

Art. 1º – Ficam adotados os símbolos do município de Sete Quedas, Estado do Mato Grosso do Sul, o Brasão de Armas e a Bandeira, que resumem a história do município, com sua simbologia heráldica.

BRASÃO DE ARMAS DO MUNICIPIO

Art. 2º

Descritivo – O escudo trás em chefe, uma fileira de árvores. No coração do escudo encontra-se um triângulo ladeado por duas hastes de soja. O triângulo tem a sua base interceptada por um rio. No centro deste triângulo está inserido um braço de armadura empunhado uma tocha. A parte inferior do escudo encontra se uma buzina de caça estilo boiadeiro. O escudo é emancipado por uma coroa mural oito torres, com suas portas abertas. Sustentam o escudo á dextra uma fita nas cores da bandeira Nacional e a sinistra outra fita nas cores da bandeira do Estado de Mato Grosso do Sul, as quais formam laços sob o listel. Listel, tendo no centro o topônimo da cidade, a dextra a data em que SeteQuedas foi elevada á categoria de Distrito sinistra a data em que foi elevada a categoria de município.

Simbologia  – vide memorial descritivo do Brasão de Armas.

A BANDEIRA DO MUNICÍPIO

Memorial Descritivo – Parte Superior:  Representada em branco, simbolizando a paz, a pureza, a religiosidade e o espírito de ordem e trabalho do seu povo, onde se insere o Brasão de Armas.

Parte Inferior:  A parte inferior é representada por 07 (sete) faixas sinopla (verde).As sete faixas representam o próprio nome da cidade: Sete Quedas. O esmalte sinopla (verde) representa heraldicamente a fertilidade do solo, a exuberância da vegetação e a esperança de seu povo.

Art. 3º

Descritivo- A bandeira do município de sete Quedas tem as mesmas proporções da bandeira Nacional, isto é 14m (quatorze módulos) de altura por 20m (vinte módulos) de comprimento, dividida diagonalmente. Na parte superior encontra-se inserido o Brasão de Armas e a parte inferior subdivide-se em 07 (sete) faixas de 1,25 (um módulo e vinte e cinco centésimos) cada, separados umas das outras por 0,875m (oitocentos e setenta e cinco centésimos de módulos).

Simbologia-  vide memorial descritivo da bandeira.

DO USO DA BANDEIRA E DO BRASÃO DE ARMAS

Art. 4º – O uso do brasão de armas e da bandeira do município será regulamentada da seguinte forma.

1 – Será o brasão de armas reproduzido em clichês para timbrar a documentação oficial do Executivo e Legislativo Municipal, em sua policromia ou apenas mediante a reprodução monocromática.

2 – A confecção de bandeiras municipais só poderá ser feita com ordem expressa pelo Executivo ou Legislativo Municipal ou com autorização especial escrita a confecção é feita por conta de terceiros.

3 – Objetivando a divulgação municipalista o brasão de armas da cidade poderá ser reproduzido em decalcomanias, selos, medalhas, adesivos flâmulas, bandeirolas distintivos, objetos artísticos ou objetos de uso pessoal poderá ser usado em campanhas cívicas assistenciais, culturais ou de divulgação turística, desde que com a autorização e a exclusivo critério do Prefeito Municipal. Em qualquer reprodução devem ser observados os módulos e as cores originais.

4 – É proibida a reprodução tanto do Brasão de Armas como Bandeira do Município, para servir de propaganda política ou comercial.

5 – A critério dos poderes municipais poderá ser instituída a ordem municipal do brasão, para comenda aqueles que de algum modo tenham merecido e justificado a honraria outorgada. A comenda será constituída por medalha do Brasão, esmaltada em cores ou fundida em metal dourado ou prateado, poderá ser fixado em lapela com as cores municipais. A comenda poderá ser outorgada com o diploma da ordem.

6 – As bandeiras velhas ou rotas serão incineradas em solenidades cívicas.

7 – A Bandeira Municipal será hasteada na fachada do edifício onde funciona o poder Executivo, diariamente sempre que estiver presente o senhor Prefeito Municipal, e recolhido na ausência deste, servindo tal procedimento como indicação ao público dos horários de audiência.

8 – A Bandeira Municipal será hasteada na fachada do edifício onde funciona o poder Legislativo, em dias de sessão, também com o objetivo de orientação pública.

9 – A Bandeira Municipal será hasteada na fachada de edifício onde funciona o poder Judiciário em datas festivas, ou a critério das autoridades. Poderá ter uso regulamentado nos moldes adotados pelo Poder Executivo, isto é, sendo hasteada diariamente nos horários de expediente.

10 – Quando a Bandeira Municipal é hasteada em conjunto com a Bandeira Nacional, estará disposta à esquerda desta, quando também a Estadual for hasteada, estará a Nacional ao centro, ladeada pela Municipal à esquerda e a Estadual à direita, colocando-se a Nacional em plano superior ás demais.

11 – Para cobrir esquife de finado ilustre, deverá obter autorização especial do Executivo e Legislativo.

12 – Em funerais o hasteamento da Bandeira Municipal obedecerá ao critério de elevá-la ao topo do mastro, baixando-a em seguida a meio-pau.

13 – É proibido o uso da Bandeira Municipal em locais considerados inconvenientes.

14 – É proibido o uso da Bandeira Municipal para servir pano de mesa em solenidades.

15 – Terá a Bandeira Municipal, os mesmos direitos à continência e respeito devidos ao Pavilhão Nacional.

Art. 4º Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

HINO DE SETE QUEDAS

Autor: José Cândido Ferreira

 

Teu nome vem de uma saudade,
De um povo forte que em ti aportou,
Trazendo sonhos em suas bagagens,
E uma esperança em teu solo plantou
E essa planta no tempo cultivada.
Om muita fé, suor e labor. Tornou-se grata realidade,
Pelos campos da paz e do amor.

Refrão:
Sete quedas, salve!
Sete quedas és a mais bela em toda fronteira,
És o orgulho do Mato Grosso do Sul
E de tua gente hospitaleira.

A exuberância de tuas florestas,
Tua agricultura e a pecuária pujante.
Os teus rios de rara beleza.
Setequedense o teu povo vibrante.

A união desses bens preciosos,
Que não se pode fácil aquilatar,
E o teu futuro que já se apresenta
Muitas glorias hás de alcançar.

Sete quedas, salve!
Sete quedas és a mais bela em toda fronteira,
És o orgulho do Mato Grosso do Sul.
E de tua gente hospitaleira.

PADROEIRA DO MUNICIPIO N. S. PERPÉTUO SOCORRO

 

Havia na Ilha de Creta um quadro da Virgem Maria muito venerado pela população devido aos estupendos milagres que operava. Certo dia, porém, um rico negociante, pensando no bom preço que poderia obter por ele, roubou-o e levou-o para Roma. Durante a travessia do Mediterrâneo, o navio que transportava a preciosa carga foi atingido por terrível tempestade, que ameaçava submergi-lo. Os tripulantes ignorando a presença da sagrada imagem, no auge do desespero recorreram a Virgem Maria e logo a tormenta amainou, permitindo que a embarcação ancorasse sã e salva num porto italiano. Algum tempo depois o ladrão sacrílego faleceu e a Santíssima Virgem apareceu a uma menina, filha de uma mulher que guardava a pintura em sua casa, avisando que a imagem de Santa Maria do Perpétuo Socorro deveria ser colocada numa igreja. O milagroso quadro foi então solenemente entronizado na capela de São Mateus, em Roma, no ano de 1499 e ali permaneceu recebendo a homenagem dos fiéis durante três séculos, até que o templo foi criminosamente destruído. Os religiosos se dispersaram e a santa caiu no esquecimento.Em meados do século XIV, o Papa Pio IX chamou a Roma os padres Redentoristas, que se estabeleceram no antigo convento dos Agostinianos, no local onde existia a igreja de São Mateus. Foi então que um dos religiosos encontrou documentos relativos a uma imagem de Virgem Maria, famosa pelos grandes milagres que realizava. Após muita procura o quadro foi encontrado por uma revelação especial de Nossa Senhora. Finalmente em 1866 amilagrosa efígie foi conduzida triunfalmente ao seu atual santuário por ordem do Santo Padre, que recomendou aos filhos de Santo Afonso de Ligório: _ “Fazei que todo o mundo conheça o Perpétuo Socorro.” De seu trono no Monte Esquilino a devoção se irradiou por todo o planeta. No Brasil esta invocação de Maria chegou no final do século passado com os padres  da Congregação do Santíssimo Redentor que aqui se estabeleceram em 1893.A Ilha de Creta esteve durante muitos séculos dominada pelos muçulmanos, destruidores de documentos cristãos, por isso nada se descobriu sobre a origem do milagroso ícone, nem mesmo na igreja onde ele era venerado antigamente. È uma pintura sobre madeira, em estilo, bizantino, onde se enlaçam a arte e a piedade, a elegância e a simplicidade. Dizem os entendidos que deve ser uma das diversas cópias do retrato da Virgem Santíssima feito por São Lucas e que o pintor era grego, porque são helênicas as letras das inscrições. Quanto ao título de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, foi à própria virgem que o usou, falando à menina a quem apareceu; ou porque fosse esse o título da imagem invocada em Creta, ou porque desejasse ser venerada com este nome daí por diante. A interessante história da imagem da Senhora de Perpétuo Socorro está magnificamente apresentada no interior da igreja paroquial do bairro do Grajaú no Rio de Janeiro, em pintura do artista Antônio Maria Nardi. Este templo, construído em estilo romano-bizantino para combinar com o famoso quadro, é muito visitado pelos jovens estudantes de arquitetura interessados em apreciá-lo de perto. O altar-mor foi executado em um único bloco de mármore de Carrara sem emendas, e sobre ele pode-se admirar um enorme painel de 100 metros quadrados, representando a Virgem do Perpétuo Socorro.Sendo o culto da Senhora do Perpétuo Socorro relativamente recente em nosso país, encontramos várias igrejas modernas dedicadas a esta invocação. Além disso, é um dos títulos mais expressivos e populares, pois qual é a criatura humana que não passa por momentos de angústias e aflições, necessitando de um socorro, seguro e perpétuo?

ICONOGRAFIA

O quadro histórico é uma pintura bizantina sobre madeira dourada. Representa a Virgem Maria a meio corpo, vestida de uma túnica vermelha e um manto escuro, que lhe cobre a cabeça. O menino Jesus, sentado em seu braço esquerdo, olha assustado para os instrumentos de sua paixão, que são apresentados pelos anjos São Miguel e São Gabriel. Suas mãozinhas apertam a mão de Maria, como para pedir-lhe proteção e com o movimento de horror a sandália do pé esquerdo se desamarra. Maria abriga-o com ternura e Jesus sente-se seguro nos braços de sua mãe. Ambos têm uma auréola em volta da cabeça e usam uma coroa aberta semelhante ás de duque. Ao alto,.dos dois lados estão umas letras do alfabeto grego. As esculturas da Senhora do Perpetuo Socorro mostram a Virgem Maria de pé, com as mesmas características do quadro bizantino, tendo atrás de todo o seu corpo um resplendor elíptico de madeira dourada, sobre o qual aparecem os anjos e usa na cabeça uma coroa pontiaguda. 

Dados Gerais

A População Total do Município era de 10.7820 de habitantes, de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2010).

Sua Área é de 826 km² representando 0.2313% do Estado, 0.0516% da Região e0.0097% de todo o território brasileiro.

Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0.719 segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD (2000)

Área Territorial: 826km² 
Fonte: IBGE 
Ano de Instalação: 1980

Microrregião: Alto Taquari
Mesorregião: Centro Norte de Mato Grosso do Sul
Altitude da Sede: 658m 
Distância à Capital: 116,753Km 
Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD

Datas Comemorativas

13/05 – Aniversário

13/05 – Boi no Rolete

15/08 – N. SRA DO PERPÉTUO SOCORRO

Dados Políticos

Prefeito
FRANCISCO PIROLI – PSDB

Vice-Prefeito
ADILTON MASSAO HARA – DEM

Prefeitura

Endereço: Rua Monteiro Lobato, 675
CEP: 79935000
Telefone: 3479-1212                                                                                                                

Horário de atendimento: 07:00 às 11:00 das 13:00 às  16:00                                                         

Emancipação: 13/05/1980

Transparência

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Jurídico

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