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Presidente da Assomasul ajuíza nova ação contra radialista por danos morais

Data: 
08/12/2020 - 18:58
O presidente da Assomasul, Pedro Caravina (Foto: Edson Ribeiro)

Willams Araújo

O presidente da Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) e prefeito de Bataguassu, Pedro Caravina, ajuizará novas ações criminais e civis contra o radialista Eli Sousa, do Grupo Impacto de Comunicação, por ofensas pessoais e notícias tendenciosas e inverídicas divulgadas em emissoras de rádio.  

Esta é a quarta ação civil e a terceira criminal a ser ajuizada por Caravina contra o radialista que tem feito ataques quase que diariamente usando seu espaço no programa  “Bronca do Eli”, simultaneamente nas rádios Segredo FM e Diamante FM.

A primeira ação movida contra o radialista está em fase final para sentença.

Após colecionar vários processos por danos morais por agressões ao dirigente municipalista alegando suposto desvio de dinheiro público na Assomasul, o profissional resolveu ampliar o alvo, passando a atacar Caravina também na condição de prefeito do município de Bataguassu.

"Começaram a surgir algumas coisas lá de Bataguassu, lá do senhor prefeito Caravina. Já estão puxando o novelo dele que disse que é muito grande, chega a Campo Grande”, disparou Eli Sousa em seu programa matinal desta terça-feira (8), onde continuou com as agressões seguidas de ironias e insinuações a respeito da gestão do presidente da Assomasul, cuja prestação de contas de 2020 foi aprovada pelo Conselho Fiscal e durante a assembleia-geral extraordinária de prefeitos realizada no último dia 2.

Além de registrar boletim de ocorrência contra as ofensas na delegacia de Bataguassu, Caravina garantiu que vai continuar tomando as providências toda vez que o radialista divulgar notícias infundadas.

No processo, o prefeito detalha que o profissional passou ataca-lo depois que a Assomasul se recusou a autorizar divulgação de matérias institucionais e peças publicitárias  pagas nos órgãos de comunicação em que ele atua, incluindo a Revista Impacto, também processada por danos morais em outra ocasião.

Diante disso, o dirigente voltou a condenar o que classifica de jornalismo rasteiro e desleal praticado por profissionais que, segundo ele, não atuam para informar o cidadão como deveriam, mas sim para denegrir a imagem das pessoas visando simplesmente  tirar proveito financeiro da situação.